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A Aerospace Corp. levanta questões sobre poluentes produzidos durante a reentrada de satélites e foguetes

A Aerospace Corp. levanta questões sobre poluentes produzidos durante a reentrada de satélites e foguetes
A Aerospace Corp. realizou um estudo preliminar para avaliar potenciais impactos ambientais à medida que a quantidade de satélites em órbita continua a crescer.

A Aerospace Corp. realizou um estudo preliminar para avaliar potenciais impactos ambientais à medida que a quantidade de satélites em órbita continua a crescer. O estudo inclui um modelo da massa total futura de satélites em órbita com base nos arquivos e comunicados de imprensa da Comissão Federal de Comunicações, incluindo constelações propostas pela Boeing, AST&Science, Kuiper, Mangata, o3b, Telesat, Viasat, OneWeb and Theia in the poster entre outras.

Se todas essas constelações se materializarem, a massa anual de satélites reentrando na atmosfera da Terra poderia passar de 100 toneladas métricas que o nível atual para algo entre 800 e 3.200 toneladas métricas. E as reentradas de veículos de lançamento (foguetes espaciais) podem ser responsáveis por outra tonelada métrica por ano.

A pesquisa estimara que 60% dos corpos de foguetes e 60 a 90% da massa dos satélites queimam durante a reentrada atmosférica. O alumínio é provavelmente um dos materiais mais comuns para queimar durante a reentrada.

O pesquisador técnico William Ailor da Aerospace Corp .’s disse. “Embora imprecisas, acreditamos que nossas estimativas aproximadas são um ponto de partida útil e que os impactos ambientais das emissões de foguetes, detritos espaciais na reentrada da atmosfera merecem atenção, dado o aumento significativo da atividade espacial nos últimos anos.”

Atualmente os impactos ambientais do voo espacial são considerados uma preocupação insignificante, não muito diferente de como as emissões dos aviões foram consideradas antes que as viagens aéreas se tornassem comuns. “Nosso trabalho preliminar sugere que, dado o aumento atual e previsto de grandes constelações de satélites, há potencial para impacto ambiental, portanto, estudos adicionais são recomendados.”

Há alguns anos a The Aerospace Corporation outros estudos neste sentido, Martin Ross engenheiro sênior de projetos de lançamento civil e comercial da empresa já havia alertado que “O impacto climático dos foguetes ainda não foi abordado com seriedade” em outros estudos efetuados pela empresa.

Esse estudo já informava que a fuligem do foguete se acumula na estratosfera superior, onde as partículas absorvem a luz solar, este acúmulo aquece a estratosfera superior, alterando as taxas de reação química e levando provavelmente à perda de ozônio. O impacto climático das principais emissões de motores de foguete: dióxido de carbono, água, carbono negro e partículas de alumínio descarregadas por motores de foguetes sólidos também devem ser avaliados.

Science Tech News

Porem nem tudo está perdido, a comunidade científica tem demostrado interesse suficiente para começar a executar modelos atmosféricos do fenômeno, especialmente porque o ritmo de lançamento de foguetes deve aumentar significativamente nas próximas décadas.

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Apaixonado por ciência e tecnologia além de programação é claro! Fundador do site Science Tech News.

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