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Voos mais baratos e menos poluentes são as propostas dos aviões elétricos

Voos mais baratos e menos poluentes são as propostas dos aviões elétricos
As indústrias de aviação elétrica investem em pesquisa e desenvolvimento e estão mostrando resultados cada vez mais surpreendentes, seus aviões estão ficando maiores e

As indústrias de aviação elétrica investem em pesquisa e desenvolvimento e estão mostrando resultados cada vez mais surpreendentes, seus aviões estão ficando maiores e voando mais longe, trazem expectativa no mercado de voos mais baratos e menos poluentes, que são as propostas dos aviões elétricos.

Esse resultado já consegue atrair grandes investidores dos setores público e privado.

Mas eles substituirão os jatos comerciais cheios de combustível?

Aeronaves elétricas existem desde a década de 1970, mas devido a grandes obstáculos, a ideia tem se limitado principalmente as pequenas aeronaves, voando em curtas distâncias, sem passageiros, o que não é muito útil.

Mas a preocupação crescente com a mudança climática, gerou um aumento no interesse dos setores público e privado nesse tipo de aeronave.

Nos últimos cinco anos, vimos aviões elétricos e híbridos darem passos incríveis, em 2015, a Airbus voou com seu avião elétrico pelo Canal da Mancha. Em 2019, a maior aeronave híbrida do mundo completou com sucesso um voo de teste e este ano, vimos o maior avião elétrico decolar e uma aeronave híbrida completar sua jornada mais longa de 341 milhas (548,79 km).

Atualmente, existem cerca de 170 projetos de aeronaves híbridas ou elétricas em desenvolvimento globalmente.

No entanto, ainda estamos longe de embarcar em um avião elétrico ou híbrido de companhias aéreas comerciais regulares.

Muitos especialistas duvidam que um avião elétrico comercial esteja disponível nos próximos 50 anos simplesmente porque não houve avanços suficientes na tecnologia de baterias, as atuais simplesmente não são potentes o suficiente para a aviação. Outro problema das baterias atuais é o peso delas, um dos maiores obstáculos para os projetos.

Além disso, o peso da bateria permanece sempre o mesmo, não importa se ela está totalmente carregada ou totalmente descarregada. Em jatos movidos a combustível, o avião fica mais leve quanto o combustível é consumido. Isso reduz o peso da aeronave, permitindo que ela voe mais longe.

Enquanto as tecnologias das baterias não avançam é improvável que grandes aviões elétricos estejam disponíveis tão cedo, outros modelos de aviões elétricos (pequenos) deverão aparecer, mas não os grades comerciais.

Um exemplo é a companhia aérea britânica EasyJet que está trabalhando com a norte-americana Wright Electric para desenvolver um jato totalmente elétrico de 180 assentos com alcance de 800 milhas (1.287,48 km) que poderá entrar em serviço comercial até 2030. As rotas devem ser curtas e limitadas,  escalas até 500 km.

Isso traria um significativo impacto positivo no meio ambientem, atualmente curtas distâncias de cerca de 900 milhas (1.448 km) ou menos representam cerca de um terço das emissões da aviação. Então mesmo que a substituição fosse somente das escalas de voos curtos por aviões elétricos ou híbridos traria grande beneficio.

O lançamento de um avião comercial totalmente elétrico até 2030 é bastante ambicioso, de acordo com especialistas do setor, é improvável que vejamos aviões híbridos comercializados ainda nesta década.

Existe bastante investimento e pesquisa nessa área e também em soluções de armazenamento de energia (baterias),por esse motivo não se descarta a possibilidade de vermos um avanço grande antes de 2030, principalmente para a questão da energia.

Porque a eletricidade é importante
As viagens aéreas produzem cerca de 2,5% das emissões globais de dióxido de carbono (isso é mais que as emissões do Reino Unido e da Austrália juntas),e esse número deve triplicar até 2050. Os voos produzem gases de efeito estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2),provenientes da queima de combustível. Estes contribuem para o aquecimento global quando liberados na atmosfera.

Os aviões elétricos exigem menos peças, menos manutenção e menos combustível (energia) do que os aviões tradicionais, tudo isso poderia reduzir o preço da sua passagem e tornar mais viáveis ​​as novas opções de voos de curta a média distância para as companhias aéreas.

Roei Ganzarski, executivo-chefe da fabricante de motores elétricos MagniX, disse que uma pequena aeronave usará apenas 5% do valor do combustível com eletricidade para recarregar suas baterias.

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Publicado por:
Apaixonado por ciência e tecnologia além de programação é claro! Fundador do site Science Tech News.

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