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Dados de satélites podem ser usados para detectar possíveis abusos de direitos humanos no mar

Dados de satélites podem ser usados para detectar possíveis abusos de direitos humanos no mar
Comportamentos suspeitos de embarcações em alto mar com potencial de submeter suas tripulações ao trabalho forçado, podem ser vistos do espaço, de acordo com

Comportamentos suspeitos de embarcações em alto mar com potencial de submeter suas tripulações ao trabalho forçado, podem ser vistos do espaço, de acordo com um novo estudo.

Dados de satélites podem ser usados para detectar esses possíveis abusos de direitos humanos no mar.

Autores de um novo estudo, publicado segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, usaram dados do satélite Machine Learning coletados entre 2012 e 2018 para analisar cerca de 16.000 navios de Espinhel, Lulas jigger e navios de arrastão, incluindo 22 navios conhecidos que já praticaram abusos aos seus tripulantes.

Por que importa: O trabalho forçado é uma questão conhecida na indústria pesqueira internacional, mas a escala e o escopo disso são difíceis de quantificar. O estudo pode ser o início do desenvolvimento de ferramentas para melhor aplicar leis e acabar com esses abusos de direitos humanos.

O que eles descobriram: A equipe, que incluiu especialistas em direitos humanos, encontrou 27 comportamentos de alto risco que poderiam indicar trabalho forçado e podem ser identificados usando dados de satélite compilados pela Global Fishing Watch.
De acordo com o estudo, viagens mais distantes do porto, mais horas diárias em pesca, maior quantidade de tempo gasto no mar e menos viagens de pesca por ano são alguns indicadores de embarcações com alto risco de submeter suas tripulações ao trabalho forçado.
O estudo descobriu cerca de 4.200 navios com potencialmente de alto risco.

Não estamos acusando nenhum navio específico aqui de trabalho forçado”, disse o coautor do estudo David Kroodsma, da Global Fishing Watch. “Estamos simplesmente mostrando que há um alto risco em toda a frota, com base em seu comportamento. E o próximo passo é obter mais informações.

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Apaixonado por ciência e tecnologia além de programação é claro! Fundador do site Science Tech News.

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