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	<title>Notícias sobre Natureza - Science Tech News</title>
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	<description>Notícias de ciência, tecnologia e Meio ambiente</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Jan 2026 17:21:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Velocidade Extrema Animais Que Desafiam os Limites da Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Bed]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 17:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O Que a Ciência Revela Sobre o Guepardo e o Falcão Peregrino A natureza levou milhões de anos para aperfeiçoar aquilo que hoje chamamos de velocidade extrema. Muito antes de motores, asas artificiais ou tecnologia, dois animais já haviam alcançado limites que continuam impressionando a ciência moderna: o guepardo, na terra, e o falcão peregrino, ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Que a Ciência Revela Sobre o Guepardo e o Falcão Peregrino</strong></p>
<p>A natureza levou milhões de anos para aperfeiçoar aquilo que hoje chamamos de velocidade extrema. Muito antes de motores, asas artificiais ou tecnologia, dois animais já haviam alcançado limites que continuam impressionando a ciência moderna: o <strong>guepardo</strong>, na terra, e o <strong>falcão peregrino</strong>, nos céus.</p>
<p>Pesquisadores do mundo inteiro estudam esses animais não apenas para medir sua velocidade, mas para entender como a evolução moldou corpos capazes de desafiar leis físicas, e o que isso revela sobre o planeta que habitamos hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Guepardo (Acinonyx Jubatus)</strong></h3>
<p><em><strong>Engenharia Biológica em Alta Velocidade</strong></em></p>
<p>Estudos biomecânicos realizados com guepardos em ambiente natural, usando câmeras de alta velocidade e coleiras com sensores, mostram que eles podem atingir 100 a 110 km/h em menos de 3 segundos. Mais impressionante do que a velocidade máxima é a aceleração comparável à de carros esportivos modernos.</p>
<ul>
<li>A coluna do guepardo funciona como uma mola, expandindo e contraindo a cada passada</li>
<li>Durante o sprint, ele passa mais tempo no ar do que no chão</li>
<li>Seu coração e pulmões aumentam drasticamente a taxa de oxigenação</li>
<li>A cauda longa atua como um estabilizador, permitindo curvas bruscas sem perda de equilíbrio</li>
</ul>
<p>Apesar dessas habilidades, estudos de campo revelam um paradoxo: o guepardo tem uma taxa de sucesso relativamente baixa na caça. Muitas tentativas falham, e o enorme gasto energético faz com que cada corrida seja uma aposta arriscada.</p>
<p>Hoje, pesquisadores alertam que menos de 10% do território histórico do guepardo permanece disponível. A ciência não estuda apenas sua velocidade estuda como evitar que essa linha evolutiva desapareça, pois existe estimativas e projeções preocupantes por declínio populacional e na perda de habitat.</p>
<p>Estimativas mais recentes indicam que restam apenas cerca de 7 000 a 7 100 guepardos na natureza um número drasticamente menor do que os mais de 100 000 estimados no início do século XX.</p>
<p>A espécie já perdeu mais de 90 % de sua área de ocorrência histórica, com populações fragmentadas em poucas regiões da África e praticamente extinta na Ásia. (National geografic)</p>
<p>Pesquisas em conservação alertam que, se o ritmo atual de perda de habitat e declínio populacional continuar, o guepardo pode desaparecer da natureza ainda nas próximas décadas. Alguns cenários indicam que esse colapso pode começar já por volta de 2030. Embora não exista uma data exata para a extinção, os dados deixam claro que a sobrevivência da espécie depende de ações imediatas e eficazes de conservação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Falcão-Peregrino (Falco peregrinus)</strong></h3>
<p><em><strong>O Limite do Corpo em Queda Livre</strong></em></p>
<p>O falcão peregrino é um caso único na biologia. Registros feitos com radares, sensores e filmagens especializadas confirmam mergulhos superiores a 320 km/h, velocidade atingida durante a caça aérea.</p>
<ul>
<li>O formato do corpo reduz drasticamente a resistência do ar</li>
<li>As narinas possuem estruturas internas que controlam a pressão durante o mergulho</li>
<li>A visão é tão precisa que o falcão consegue corrigir a trajetória em frações de segundo</li>
<li>O impacto com a presa é calculado para atordoar sem ferir o próprio animal</li>
</ul>
<p>Observações em grandes cidades mostraram algo surpreendente, o falcão peregrino passou a usar arranha céus como penhascos artificiais. Para os cientistas, isso demonstra uma rara combinação de instinto selvagem com adaptação ao mundo humano.</p>
<p>Após quase desaparecer entre as décadas de 1950 e 1970 devido ao uso de pesticidas <strong>(DDT),</strong> especialmente na América do Norte e na Europa. Em algumas regiões, a espécie chegou a desaparecer completamente da natureza. O retorno do falcão peregrino é hoje um dos maiores sucessos documentados da conservação ambiental.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-5650" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2026/01/69779d40025a9.jpg" alt="Velocidade Extrema Animais Que Desafiam os Limites da Vida" width="1280" height="720" /></p>
<p><strong>O Que a Velocidade Ensina Sobre o Nosso Mundo</strong></p>
<p>Para a ciência, o guepardo e o falcão peregrino são mais do que recordes vivos. Eles ajudam pesquisadores a:</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-5649" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2026/01/69779d3651f9e.jpg" alt="Velocidade Extrema Animais Que Desafiam os Limites da Vida" width="1280" height="960" /></p>
<ul>
<li>Desenvolver próteses e robôs inspirados na biomecânica animal</li>
<li>Entender limites fisiológicos do corpo</li>
<li>Avaliar impactos das mudanças ambientais na fauna</li>
<li>Refletir sobre como a ação humana molda a sobrevivência das espécies</li>
</ul>
<p>Esses animais são indicadores do estado do planeta. Quando eles desaparecem, não perdemos apenas velocidade perdemos conhecimento, história e equilíbrio ecológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um Registro Para o Futuro</strong></p>
<p>Este documentário em forma de texto não é apenas um relato sobre velocidade e habilidade, mas um chamado à ação. O guepardo e o falcão peregrino nos mostram a quão frágil e preciosa é a vida na Terra e como as escolhas humanas podem decidir se essas espécies sobreviverão ou desaparecerão.</p>
<p>Preservar o mundo natural não é apenas proteger animais; é garantir o equilíbrio do planeta, da biodiversidade e do próprio futuro da humanidade. Cada árvore preservada, cada área de habitat restaurada e cada política ambiental efetiva são passos que evitam que histórias como a do falcão peregrino quase extinto se repitam com outras espécies.</p>
<p>Este registro é, portanto, um apelo aos governos, líderes e cidadãos: olhem para o meio ambiente com responsabilidade, invistam em conservação, criem leis fortes e fiscalizem sua execução. O futuro do planeta depende de decisões tomadas hoje.</p>
<p>Que as próximas gerações possam não apenas ler sobre esses animais incríveis, mas ver, sentir e proteger o mundo que eles e nós compartilhamos garantindo que a velocidade do guepardo e o mergulho do falcão-peregrino continuem a fascinar o mundo por muitas eras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Relâmpagos secos provocam alguns dos incêndios florestais mais destrutivos e caros da Califórnia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Bed]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 18:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Raios]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo descobriu que surtos de raios secos são a principal causa de alguns dos maiores incêndios florestais na história moderna da Califórnia. Apesar disso, o relâmpago seco permaneceu em grande parte pouco estudado nessa região, até agora. Pesquisadores da Escola do Meio Ambiente da Washington State University, Vancouver, desenvolveram a primeira climatologia de ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo estudo descobriu que surtos de raios secos são a principal causa de alguns dos maiores incêndios florestais na história moderna da Califórnia. Apesar disso, o relâmpago seco permaneceu em grande parte pouco estudado nessa região, até agora.<br />
Pesquisadores da Escola do Meio Ambiente da Washington State University, Vancouver, desenvolveram a primeira climatologia de longo prazo de raios secos, que ocorrem com menos de 2,5 mm de chuva – no centro e norte da Califórnia, publicado hoje na revista Environmental Research : Clima .</p>
<p>&#8220;Os incêndios florestais são uma ameaça crescente na Califórnia à medida que o clima continua a aquecer. Ao contrário dos incêndios causados pelo homem que se originam em um único local, os surtos de raios podem atingir vários locais e iniciar vários incêndios florestais simultâneos, criando um desafio substancial para a resposta ao fogo&#8221;, diz Dmitri Kalashnikov, estudante de doutorado e principal autor do artigo. “Isso aconteceu recentemente em 2020, quando vários incêndios causados por raios queimaram quase um milhão de hectares em toda a região, e outros surtos de incêndios florestais causados por raios também ocorreram em 1987 e 2008”.</p>
<p>A equipe utilizou contagens diárias de raios da National Lightning Detection Network e observações de precipitação de 1987 a 2020 em combinação com reanálise atmosférica para caracterizar a climatologia de raios secos e as condições meteorológicas associadas durante a estação quente (maio a outubro), quando o risco de incêndio florestal é maior .<br />
Eles descobriram que a umidade e a instabilidade na alta atmosfera acima de uma atmosfera quente, seca e mais baixa foram os principais fatores de raios secos em todas as regiões do centro e norte da Califórnia e que surtos generalizados de raios secos podem ocorrer a qualquer momento entre maio e outubro, mesmo em anos &#8220;tranquilos&#8221; para a atividade de raios. Ao categorizar os dias de raios secos generalizados, eles foram capazes de identificar quatro padrões atmosféricos distintos em larga escala associados aos surtos que apresentam diferentes configurações de sistemas climáticos.</p>
<p>Além disso, eles descobriram que quase metade (46%) dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Raio_(meteorologia)" target="_blank" rel="noreferrer noopener">raios</a> que atingiram o solo neste período de tempo estavam sob condições de iluminação seca. Embora os raios secos tenham maior probabilidade de ocorrer em altitudes mais altas (&gt; 2.000 m) com atividade mais concentrada em julho-agosto, esse padrão se inverte do verão para o outono e as elevações mais baixas são atingidas com mais frequência em setembro-outubro. Durante esta época do ano, os combustíveis naturais são mais secos, o que é crítico para os focos de incêndios florestais, aumentando assim o risco.</p>
<p>&#8220;Compreender a meteorologia de raios secos nesta região pode informar a previsão de possíveis ignições de incêndios florestais, ajudando a restringir melhor o risco futuro de ignição de incêndios florestais na Califórnia e pode ajudar nos esforços de supressão de incêndios, pois os recursos de combate a incêndios podem ser estrategicamente pré posicionados em áreas de risco ”, explica Deepti Singh, coautor do artigo.</p>
<p>Fonte <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.1088/2752-5295/ac84a0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IOP Science</a></p>
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		<title>Porto em Nova York vira ponto de encontro de Golfinhos para alimentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Bed]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 19:19:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Golfinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando você pensa no porto de Nova York, você pode imaginar barcos, arranha-céus, um trânsito barulhento nas ruas próximas de Nova York. O que você não pode esperar encontrar são golfinhos. Mas, de acordo com um estudo recém divulgado da Wildlife Conservation Society , o porto de Nova York é um local de alimentação popular ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você pensa no porto de Nova York, você pode imaginar barcos, arranha-céus, um trânsito barulhento nas ruas próximas de Nova York. O que você não pode esperar encontrar são golfinhos. Mas, de acordo com um estudo recém divulgado da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wildlife_Conservation_Society" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wildlife Conservation Society</a> , o porto de Nova York é um local de alimentação popular para os golfinhos-nariz-de-garrafa da primavera ao outono.</p>
<p>Foram instalados dispositivos de escuta subaquática em seis locais separados ao redor do Brooklyn, Queens, Staten Island e Nova Jersey. Eles monitoraram a atividade entre abril e outubro de 2018 a 2020. Os golfinhos foram ouvidos clicando rapidamente, chamados de “zumbidos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Forrageamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">forrageamento</a>”, revelando extensa atividade de alimentação.</p>
<p>“Temos visto golfinhos regularmente”, disse Howard Rosenbaum, diretor do <a href="https://www.wcs.org/our-work/species/whales#:~:text=WCS's%20Ocean%20Giants%20Program%20is,and%20the%20Bay%20of%20Bengal." target="_blank" rel="noreferrer noopener">WCS Ocean Giants Program</a> e cientista sênior de conservação do New York Aquarium, conforme relatado pelo Inside Climate News . “Acho que o interessante é que você pode vê-los com bastante frequência, se estiver na praia. Não é o tempo todo, e pode não ser a hora certa do dia quando você está olhando, mas nós os vemos regularmente.”</p>
<p>Essa pesquisa começou inicialmente para estudar baleias no estuário do porto de Nova York em Nova Jersey, mas os pesquisadores acabaram ouvindo muita atividade de golfinhos nos dispositivos de monitoramento acústico. A área é bastante rica em biodiversidade, com baleias, golfinhos e mais de 200 espécies de peixes.</p>
<p>“Acho que as pessoas no geral não associam as águas de Nova York a áreas diversas, e ecologicamente ricas e importantes para espécies como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mam%C3%ADfero_marinho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mamíferos marinhos</a>”, disse Rosenbaum. “Na última década, estamos vendo algumas mudanças muito importantes aqui em termos de certas espécies, como golfinhos e baleias, cada vez mais usando esses habitats como uma base de presa adequada para esses animais.”</p>
<p>Um membro do Programa Ocean Giants, observou que na maioria das vezes os golfinhos estão no estuário, eles estão se alimentando, o que significa que esta área é um ponto de alimentação para a espécie. O pico de atividade foi registrado do final do verão ao início do outono.</p>
<p>A equipe espera usar os dados para informar medidas que reduzam os conflitos entre humanos e animais selvagens, especialmente porque os autores do estudo descobriram que os cliques dos golfinhos diminuíram durante os períodos de tráfego intenso de embarcações.</p>
<figure id="attachment_5524" aria-describedby="caption-attachment-5524" style="width: 1500px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-5524" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2022/06/62a8df2ee7a16.jpg" alt="Porto em Nova York vira ponto de encontro de Golfinhos para alimentação" width="1500" height="991" /><figcaption id="caption-attachment-5524" class="wp-caption-text">Porto em Nova York vira ponto de encontro de Golfinhos para alimentação</figcaption></figure>
<p>Ao investigar como os predadores marinhos, como os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Golfinho-roaz" target="_blank" rel="noreferrer noopener">golfinhos nariz de garrafa</a>, estão se comportando em ecossistemas fortemente urbanizados, podemos obter informações sobre como esses predadores influenciam e são influenciados por seu ambiente, o que pode ser usado para orientar os esforços de conservação. medidas de mitigação e recomendações de melhores práticas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.ecowatch.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EcoWatch</a></p>
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		<item>
		<title>Grande tubarão branco pode ter causado a extinção de Megalodon</title>
		<link>https://sciencetechnews.com.br/natureza/grande-tubarao-branco-pode-ter-causado-a-extincao-de-megalodon/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Bed]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 21:14:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Tubarão]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Marinha]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo dos dentes fósseis do gigante do oceano sugere que ele teve que competir por comida com outro predador feroz, o grande tubarão branco. A batalha pela diminuição dos estoques de baleias e outras presas pode ter levado o Megalodon à extinção há três milhões de anos. As pressões ambientais, como as mudanças no ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo dos dentes fósseis do gigante do oceano sugere que ele teve que competir por comida com outro predador feroz, o grande tubarão branco.</p>
<p>A batalha pela diminuição dos estoques de baleias e outras presas pode ter levado o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Megalodonte" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Megalodon</a> à extinção há três milhões de anos.</p>
<p>As pressões ambientais, como as mudanças no nível do mar, também desempenharam esse papel.</p>
<p>A extinção do Megalodon tem sido um mistério duradouro.</p>
<p>Muitos fatores diferentes foram propostos, desde a perda de habitat devido a mudanças no nível do mar até a redução de presas.</p>
<p>No último estudo realizado, pesquisadores internacionais usaram isótopos de zinco nos dentes de tubarões vivos e extintos como uma ferramenta para entender a dieta de animais mortos há muito tempo.</p>
<p>Pistas químicas nos dentes de tubarões vivos e 13 dentes fósseis de megalodontes sugerem que o grande tubarão branco e o megalodonte já tiveram posições semelhantes na cadeia alimentar e podem ter competido pelo mesmo alimento, incluindo baleias, golfinhos e botos.</p>
<p>Isso pode ter sido um fator para o desaparecimento do Megalodon juntamente com as mudanças climáticas e outras pressões ambientais, disseram os cientistas.</p>
<p>&#8220;Esta é uma peça do quebra-cabeça da evidência de que havia competição entre o grande branco moderno e o Megalodon em recursos alimentares aquáticos nos oceanos na época em que ambos ainda estavam vivos&#8221;, disse o professor Thomas Tutken, da Universidade Johannes Gutenberg, em Mainz, Alemanha, que liderou o estudo.</p>
<div class="ssrcss-uf6wea-RichTextComponentWrapper e1xue1i86" data-component="text-block">
<div class="ssrcss-7uxr49-RichTextContainer e5tfeyi1">
<p class="ssrcss-1q0x1qg-Paragraph eq5iqo00"><span>A extinção foi estudada de muitos ângulos diferentes na última década, com estudos sugerindo vários fatores.</span></p>
</div>
</div>
<div class="ssrcss-uf6wea-RichTextComponentWrapper e1xue1i86" data-component="text-block">
<div class="ssrcss-7uxr49-RichTextContainer e5tfeyi1">
<p class="ssrcss-1q0x1qg-Paragraph eq5iqo00">“O mistério do que o Megalodonte comeu e até que ponto ele competiu com outros tubarões permanece”.</p>
<p>O Megalodon ( Otodus Megalodon ), era um tubarão Megatooth, que percorria os oceanos de cerca de 22 milhões de anos atrás até cerca de três milhões de anos atrás. Seu nome significa &#8220;dente grande&#8221;.</p>
<p>Três vezes maior que o grande tubarão branco, o megalodonte pode crescer até 18 m (60 pés) de comprimento e pesar até 60 toneladas.</p>
<p>O megalodonte chegou ao noticiário recentemente quando um menino de seis anos encontrou um dente de tubarão pertencente a um megalodonte pré-histórico gigante em Suffolk.</p>
<p>Sammy Shelton encontrou o dente de 10 cm de comprimento na praia de Bawdsey durante um feriado bancário.</p>
</div>
<p>Fonte <a href="https://www.nature.com/ncomms/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nature Communications</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ciclones como se formam e quais suas características</title>
		<link>https://sciencetechnews.com.br/natureza/ciclones-como-se-formam-e-quais-suas-caracteristicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Bed]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 22:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclone]]></category>
		<category><![CDATA[Fenômenos Naturais]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste post vamos falar sobre ciclones, desde como se formam, tipos, suas classificações e muitas outras informações a respeito deste fenômeno natural. O que são ciclones Ciclone (ou depressão atmosférica ou centro de baixas pressões) é uma região em que o ar relativamente quente se eleva e favorece a formação de nuvens e precipitação. Por ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste post vamos falar sobre ciclones, desde como se formam, tipos, suas classificações e muitas outras informações a respeito deste fenômeno natural.</p>
<h4>O que são ciclones</h4>
<p>Ciclone (ou depressão atmosférica ou centro de baixas pressões) é uma região em que o ar relativamente quente se eleva e favorece a formação de nuvens e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Precipita%C3%A7%C3%A3o_(meteorologia)" target="_blank" rel="noreferrer noopener">precipitação</a>. Por isso, tempo chuvoso e nublado, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chuva" target="_blank" rel="noreferrer noopener">chuva</a> e vento forte estão normalmente associados a centros de baixas pressões. A instabilidade do ar produz um grande desenvolvimento vertical de nuvens cumuliformes associadas a cargas de água.</p>
<p>&#8220;São regiões de baixa pressão atmosférica em torno das quais o vento sopra no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio no hemisfério norte e sopra no sentido do movimento dos ponteiros do relógio no hemisfério sul, porque a pressão atmosférica é mínima no seu centro e aumenta à medida que a distância ao centro aumenta&#8221;.</p>
<h4>Como são indicados os ciclones nos mapas metereológicos</h4>
<p>Os ciclones são indicados nos mapas meteorológicos pela letra <strong>«B»</strong> e são locais onde a pressão atmosférica é a mais baixa na sua vizinhança e em volta do qual existe um padrão organizado de circulação de ar. À medida que, pela ação do diferencial de pressões, o ar flui dos centros de altas pressões para um centro de baixas pressões é deflectido pela força de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7a_inercial_de_Coriolis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Coriolis</a> de tal modo que os ventos circulam em espiral, isto é, no sentido anti-horário no Hemisfério Norte e no sentido horário no Hemisfério Sul. Na meteorologia, os movimentos de ar resultantes de um centro de altas pressões são denominados anticiclones. O sentido de giro de um ciclone e de um anticiclone é o contrário para um mesmo hemisfério[3][4], sendo este determinado pela aceleração de Coriolis.</p>
<h4>Como se formam os Ciclones</h4>
<p>Os ciclones formam-se devido à movimentação do ar gerada em uma área de baixa pressão atmosférica. Essas áreas apresentam, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, pressão atmosférica inferior às que as circundam. Os ventos nessas áreas sopram para dentro e diferem-se em cada hemisfério.</p>
<p>O ar quente e úmido (menos denso), que se encontra normalmente sobre as regiões tropicais (regiões de maior ocorrência de terremotos), eleva-se para as camadas superiores da atmosfera. Já o ar frio e seco (mais denso) rebaixa-se para a superfície, o que gera a redução da pressão atmosférica.</p>
<p>Uma enorme liberação de calor devido à condensação provocada pela ascensão do ar quente e úmido que ao subir condensa-se. Assim, acaba aquecendo a massa de ar e gerando, então, um processo de convecção, gerando instabilidade na área e, consequentemente, a formação do ciclone. Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_Previs%C3%A3o_de_Tempo_e_Estudos_Clim%C3%A1ticos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CPTEC</a>), os ciclones podem percorrer longas distâncias e tornarem-se mais intensos à medida que são alimentados pela umidade.</p>
<p><strong>Tipo de Ciclones</strong></p>
<ul>
<li>Ciclone extratropical. Os ciclones extratropicais estão, em geral, associados com as frentes frias. &#8230;</li>
<li> Ciclone subtropical. O subtropical é um ciclone intermediário, ou seja, está entre o tropical e o extratropical, por esse motivo tem características de ambos.</li>
<li>Ciclone tropical.</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5497 alignleft" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2022/05/6295459fc6b7c.jpg" alt="" width="352" height="313" /></p>
<p>Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Nacional_de_Pesquisas_Espaciais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(Inpe)</a>, os ciclones surgem principalmente sobre os oceanos, em geral em regiões tropicais, podem durar vários dias e se deslocar por longas distâncias, tornando-se, em alguns casos, muito intensos.</p>
<p>Também há os casos em que esses fenômenos ocorrem fora das regiões tropicais. Quando ocorrem fora dessas zonas, recebem o nome de ciclones extratropicais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos eventos tropicais, a energia vem da evaporação da água do mar. Já nos extratropicais, há uma frente fria associada. Os ventos são mais fracos e a energia vem de contrastes térmicos horizontais, ou seja, massa de ar frio próximo a uma massa de ar quente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5498 alignleft" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2022/05/6295468c863a8.jpg" alt="" width="442" height="329" /></p>
<p>Os ciclones tropicais têm vento de até 119 km/h. Quando atingem mais de 119 km/h, os ciclones são classificados como furacões. A intensidade dos furacões é medida de acordo com a pressão no centro e também pela velocidade do vento.</p>
<p>Quando ocorre no leste do Oceano Pacífico ou no Oceano Atlântico, o fenômeno é chamado de furacão. Contudo, quando acontece no oeste do Pacífico (mais especificamente na Ásia), é chamada de tufão.</p>
<p>Esses eventos são diferentes dos tornados, que são ventos giratórios em forma de funil. Normalmente, os tornados são formados em terra, com diâmetro (junto ao solo) de até algumas dezenas de metros.</p>
<p>Os tornados são considerados o fenômeno meteorológico mais destrutivo, já que a velocidade do vento pode superar 400 km/h, mas, em comparação com os furacões, atinge áreas muito menores e dura menos tempo (de alguns minutos a cerca de uma hora).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Regiões mais propicias para formação de Ciclones</strong></p>
<p>Ciclones são tempestades tropicais que se formam geralmente nos oceanos, em uma zona de baixa pressão atmosférica.</p>
<p>México, Estados Unidos e Caribe: as zonas mais vulneráveis<br />
Os ventos alísios, principais ventos nas latitudes baixas tropicais, vão de leste a oeste, levando os ciclones até as costas do Caribe, do Golfo do México e dos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Qual o ciclone mais forte já registrado</strong></p>
<p>Gonu foi o ciclone tropical mais forte já registrado no Oceano Índico norte. O DMI classificou o sistema como a super tempestade ciclônica Gonu no final de 4 de junho, com ventos constantes (10 minutos sustentados) de 240 km/h e uma pressão atmosférica mínima estimada de 920 <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Milibar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mbar</a>.</p>
<p>O ciclone causou cerca de $4 bilhões de dólares americanos em danos e mais de 50 mortes em Omã, onde o ciclone foi considerado o pior desastre natural já registrado no país. Gonu causou chuvas torrenciais na costa leste do país, alcançando 610 mm em alguns pontos, que causou enchentes e muitos danos. No Irã, o ciclone causou 23 fatalidades e $215 milhões de dólares americanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/ciclones-saiba-quais-sao-os-tipos-e-como-sao-classificados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CNN </a></p>
<p><a href="https://mundoeducacao.uol.com.b" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mundo Educação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ecocídio: Criminalizar destruição ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elton Disner]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 18:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Referência]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Ecocídio é um novo termo para criminalizar destruição ambiental generalizada, criado por especialistas jurídicos para definir esse tipo de crime. Um painel de 12 especialistas jurídicos de todo o mundo divulgou no dia 22 de junho de 2021 uma definição proposta para um novo crime internacional chamado &#8220;ecocídio&#8221; que cobre &#8220;danos ambientais graves&#8221; e &#8220;generalizados ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ecocídio é um novo termo para criminalizar destruição ambiental generalizada, criado por especialistas jurídicos para definir esse tipo de crime.</p>
<p>Um painel de 12 especialistas jurídicos de todo o mundo divulgou no dia 22 de junho de 2021 uma definição proposta para <a href="https://insideclimatenews.org/news/07042021/climate-crisis-ecocide-vanuatu-the-fifth-crime/">um novo crime internacional chamado &#8220;ecocídio&#8221;</a> que cobre &#8220;danos ambientais graves&#8221; e &#8220;generalizados ou de longo prazo&#8221; que seriam processados perante o Tribunal Penal Internacional em Haia, ao lado de genocídio, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e crimes de agressão.</p>
<p>O anúncio do painel foi visto por ambientalistas e estudiosos jurídicos internacionais como um passo significativo em uma crescente campanha global para criminalizar o crimes ambientais, que exige que uma das 123 nações membros do tribunal solicite formalmente a consideração de um quinto crime sob a alçada do tribunal. O processo pode levar anos para ser concluído.</p>
<h2>O que é o Ecocídio?</h2>
<p>O ecocídio é a atividade humana criminalizada que viola os princípios da justiça ambiental, como por danificar substancialmente ou destruir ecossistemas ou por prejudicar a saúde e o bem-estar de uma espécie (incluindo os seres humanos) de forma generalizada ou a longo prazo.</p>
<p>Em 1948, depois que a Alemanha nazista exterminou milhões de judeus e outras minorias durante a Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas adotaram uma convenção estabelecendo um novo crime tão hediondo que exigiu ação coletiva. O genocídio, declarou as nações, foi &#8220;condenado pelo mundo civilizado&#8221; e justificou a intervenção nos assuntos dos Estados soberanos.</p>
<p>Agora, um crescente número de líderes mundiais, incluindo o Papa Francisco e o presidente francês Emmanuel Macron, começaram a citar uma ofensa que eles dizem representar uma ameaça semelhante à humanidade e permanece fora do alcance das convenções legais existentes: o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ecoc%C3%ADdio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ecocídio</a> ou a destruição generalizada do meio ambiente.</p>
<p>Agora em um momento &#8220;histórico&#8221; para os defensores da justiça climática. O painel internacionalmente colaborativo de advogados publicou uma nova definição legal para &#8220;ecocídio&#8221;, a destruição em massa do meio ambiente, visto como um grande avanço no caminho de debate global, significaria que líderes políticos e executivos corporativos poderiam enfrentar acusações e prisão por atos &#8220;ecocidas&#8221;.</p>
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		<title>Coruja borneon Rajah vista pela última vez na natureza em 1892 é redescobertas na Malásia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elton Disner]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2021 21:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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					<description><![CDATA[A misteriosa coruja rajah redescoberta novamente em Sabah na Malásia após 125 anos. Um estudo recente publicado revela a redescoberta da coruja borneon Rajah, vista pela última vez na natureza em 1892. No estudo, publicado no The Wilson Journal of Ornitology, Smithsonian Migratory Bird Center ecologista Andy Boyce relata evidências da existência da subespécie borneon, ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A misteriosa coruja rajah redescoberta novamente em Sabah na Malásia após 125 anos.</p>
<p>Um estudo recente publicado revela a redescoberta da coruja borneon Rajah, vista pela última vez na natureza em 1892.<br />
No estudo, publicado no The Wilson Journal of Ornitology, Smithsonian Migratory Bird Center ecologista Andy Boyce relata evidências da existência da subespécie borneon, conhecida cientificamente como Otus brookii brookii,nas florestas tropicais de Sabah, Malásia. Mais especificamente, perto do Monte Kinabalu.</p>
<p>Em 2009, Boyce juntou-se a uma equipe de pesquisadores em um projeto de uma década que envolveu observar pássaros e procurar ninhos ao redor do Parque Kinabalu em Sabah. Bem no projeto de longo prazo, o ecologista aviário teve a chance de ver a coruja-dos-filhotes de Rajah em maio de 2016 depois que um membro da equipe o alertou para um pássaro de aparência peculiar, uma espécie que parecia completamente diferente do resto dos pássaros que haviam visto na época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_5263" aria-describedby="caption-attachment-5263" style="width: 796px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5263" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/06/60d7c92276229.jpeg" alt="Coruja borneon Rajah vista pela última vez na natureza em 1892 é redescobertas na Malásia" width="796" height="800" /><figcaption id="caption-attachment-5263" class="wp-caption-text">Coruja borneon Rajah vista pela última vez na natureza em 1892 é redescobertas na Malásia</figcaption></figure>
<p>Um pássaro que foi visto pela última vez há mais de um século e agora primeira vez desde sua descoberta, há 125 anos, cientistas conseguiram documentar a subespécie borneana de coruja-de-filhotes de Rajah <em>(Otus brookii brookii brookii</em>) nas florestas montanhosas do Monte Kinabalu, Sabah.</p>
<p>A ave de rapina é conhecida por seus olhos laranjas e tufos de ouvido e pode ser encontrada nas florestas de Sabah. Os cientistas acham que o raro avistamento pode ser devido à sua baixa densidade populacional, embora haja uma falta de conhecimento sobre a coruja, incluindo sua canção e habitat central.</p>
<p>Sua subespécie parceira, a <em>Otus brookii solokensis</em> pode ser encontrada em Sumatra, mas os cientistas acham que esta coruja pode ser uma espécie completamente separada.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo aponta que uma aranha poderia matar e comer uma cobra centenas de vezes maior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elton Disner]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2021 00:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com pesquisa publicada no Journal of Arachnology algumas aranhas adoram comer cobras muito maiores do que elas. No estudo os autores descobriram que mais de 30 espécies de aranhas (até agora) apresentaram uma inclinação para matar cobras centenas de vezes maiores do que elas na natureza, e 11 fazendo espécies iguais em condições ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com <a href="https://www.americanarachnology.org/journal-joa/current-issue/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa publicada no Journal of Arachnology</a> algumas aranhas adoram comer cobras muito maiores do que elas. No estudo os autores descobriram que mais de 30 espécies de aranhas (até agora) apresentaram uma inclinação para matar cobras centenas de vezes maiores do que elas na natureza, e 11 fazendo espécies iguais em condições cativas.</p>
<p>Ao todo, Nyffeler e seu coautor, o especialista em cobras da Universidade da Geórgia <a href="https://www.ecology.uga.edu/directory/j-whitfield-gibbons/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">J. Whitfield Gibbons, </a>vasculharam todas as peças de literatura científica que puderam encontrar, bem como sites de mídia social, cobertura de notícias e até mesmo questões antigas da <em>National Geographic, </em>para desenterrar mais de 300 observações de aranhas matando cobras. Os dados abrangeram mais de 40 espécies de aranhas e mais de 90 espécies de cobras.</p>
<p>Depois de observar o comportamento das aranhas por um longo período através de publicações científicas, sites de notícias e mídias sociais, a dupla observou 319 casos de aranhas venenosas matando e comendo cobras.</p>
<figure id="attachment_5253" aria-describedby="caption-attachment-5253" style="width: 634px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5253" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/06/60d7c22c605d8.jpg" alt="Estudo aponta que uma aranha poderia matar e comer uma cobra centenas de vezes maior" width="634" height="476" /><figcaption id="caption-attachment-5253" class="wp-caption-text">Estudo aponta que uma aranha poderia matar e comer uma cobra centenas de vezes maior</figcaption></figure>
<p>Como era de se esperar, aranhas grandes como tarântulas estavam entre as mais propensas a enfrentar um réptil. Mas eles não eram os campeões comedores de cobras. Em vez disso, uma família aranha conhecida como <em>theridiids</em>, que inclui viúvas negras e seus parentes, foram responsáveis por capturar a maioria das cobras. Ainda mais curioso, a grande maioria desses relatos não aconteceu nos trópicos, mas em toda a América do <em>Norte.</em> <a href="http://nationalgeographic.com/animals/article/tarantula-eating-snake-first-animals" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>(Leia sobre o primeiro caso documentado de uma tarântula comendo uma cobra na natureza.)</em></a></p>
<p>A pesquisa também expande significativamente nosso conhecimento sobre predação de aranhas, o que poderia desempenhar um papel maior no equilíbrio do ecossistema do que se pensava anteriormente, acrescenta Nyffeler.</p>
<p>&#8220;Todas as aranhas do mundo juntas pesariam cerca de 25 milhões de toneladas, e matariam cerca de 400 a 800 milhões de toneladas de presas por ano&#8221;, diz ele. &#8220;Para entender completamente o importante papel das aranhas no equilíbrio da natureza é crucial entender todo o espectro de seus hábitos alimentares.&#8221;</p>
<p><div class="video-container"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/F3BK2QSHvb4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir do número de casos monitorados, observou-se que as aranhas viúvas estavam particularmente inclinadas a matar e festejar em cobras, com cerca de metade das mortes creditadas a esta subespécie aracnídea particular.</p>
<p>Aranhas que se enquadram nessa categoria incluem aquelas como a famosa aranha Viúva Negra e a aranha-botão africana – a maioria das quais são relativamente pequenas (crescendo até cerca de 1, 1 centímetro), mas embalando veneno poderoso o suficiente para matar criaturas centenas de vezes maiores – em casos muito raros, seu veneno pode até matar humanos.</p>
<p>Outras espécies registradas como sendo assassinas de cobras proficientes incluíram tarântulas (10 por cento), bem como aranhas maiores de tecelão de esferas (8, 5 por cento), com todos os incidentes espalhados por todos os continentes do planeta, exceto na Antártida, onde as condições dificultam a observação de tais fenômenos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5254" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/06/60d7c24e4355e.jpg" alt="Estudo aponta que uma aranha poderia matar e comer uma cobra centenas de vezes maior" width="634" height="443" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-5255" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/06/60d7c2503e80b.jpg" alt="Estudo aponta que uma aranha poderia matar e comer uma cobra centenas de vezes maior" width="634" height="639" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5256" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/06/60d7c2798236a.jpg" alt="Estudo aponta que uma aranha poderia matar e comer uma cobra centenas de vezes maior" width="634" height="944" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das observações mais interessantes do estudo, no entanto, foi o fato de que as aranhas tendem a caçar cobras mais jovens, mas também não tiveram problemas em derrubar cobras muito maiores e maduras se precisassem.</p>
<p>Quanto às vítimas tristes, o estudo mostrou que a maioria das cobras mortas pelas aranhas era composta por bebês ou recém-nascidos mais jovens, embora pouco importasse de quais espécies elas vieram.</p>
<p>Um total de 86 espécies diferentes foram registradas durante incidentes de matança de cobras, sendo as da família colubrid (cobras de liga, cobras de rato, etc) sendo as mais frequentemente presas. Nyffler supôs que isso provavelmente foi devido à comunez dessas espécies entre aranhas em todos os continentes, exceto na Austrália.</p>
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		<item>
		<title>Poder cerebral coletivo: Formigas usam sua sociedade para superar obstáculos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elton Disner]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 01:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
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					<description><![CDATA[Para uma única formiga, o mundo pode ser um lugar esmagadoramente grande, por isso as formigas desenvolveram uma forma de navegar com segurança em seus itinerários, elas fazem isso usando a cognição coletiva. De acordo com um novo estudo, publicado terça-feira na revista eLife, o torna os ambientes aparentemente caóticos navegáveis, elas usam seu grupo para ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para uma única formiga, o mundo pode ser um lugar esmagadoramente grande, por isso as formigas desenvolveram uma forma de navegar com segurança em seus itinerários, elas fazem isso usando a cognição coletiva.</p>
<p>De acordo com um novo estudo, publicado <a href="https://elifesciences.org/articles/55195" target="_blank" rel="noopener">terça-feira na revista eLife,</a> o <span class="crossed-text inspect" data-delay=".1">poder cerebral coletivo</span> torna os ambientes aparentemente caóticos navegáveis, elas usam seu grupo para superar desafios de navegação quando são muito grandes e desorientadores para enfrentar e enganar outros elementos que ofereçam perigo, relata um novo estudo.</p>
<p>Os resultados demonstram as vantagens potenciais da vida em grupo e da cognição coletiva em tornar certos ambientes habitáveis para uma espécie.<br />
&#8220;A <span class="crossed-text inspect" data-delay=".1">cooperação é um meio comum</span> pelo qual os animais podem aumentar sua capacidade cognitiva, ficamos intrigados sobre se essa cooperação permite que as formigas ampliem a gama de ambientes em que podem coletar alimentos eficientemente&#8221;, diz o primeiro autor Aviram Gelblum, do Instituto Weizmann de Ciência, em Israel. &#8220;Abordamos essa questão estudando o transporte cooperativo de formigas enquanto tentavam levar grandes cargas por ambientes semi-naturais.&#8221;</p>
<p>No laboratório, pesquisadores criaram um labirinto para testar as habilidades de navegação das formigas. Dentro do labirinto, cientistas espalharam cubos aleatoriamente para imitar terrenos repletos de pedras.</p>
<p>O processamento de imagens ajudou os cientistas a rastrear as formigas e seus movimentos ao redor dos diferentes cubos enquanto se moviam para frente e para trás entre seu ninho e fontes de alimento. Quando os pesquisadores adicionaram mais cubos ao labirinto, as formigas se moviam em velocidades mais lentas, mas os insetos ainda eram capazes de navegar com sucesso no labirinto com até 55% de cobertura de cubos.</p>
<p>Para medir as <span class="crossed-text inspect" data-delay=".1">habilidades de navegação das formigas</span>, os pesquisadores usaram um modelo de movimento comum que simula caminhos aleatórios de caminhada tendenciosos em direção a um determinado rumo. A direção de cada caminho simulado muda à medida que se esbarra em barreiras até que, eventualmente, uma rota desbloqueada é identificada.</p>
<p>As <span class="crossed-text inspect" data-delay=".1">formigas eram mais eficientes do que o modelo de computador</span> para encontrar um caminho claro através dos cubos. A vantagem de desempenho das formigas durante a simulação aumentou à medida que a cobertura do cubo aumentava e o labirinto se tornava mais complexo.</p>
<blockquote><p><strong>A cognição coletiva de formigas permite uma navegação eficiente através de ambientes desordenados.</strong></p></blockquote>
<p><figure id="attachment_5053" aria-describedby="caption-attachment-5053" style="width: 617px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/04/606a6a2b9b810.jpg" alt="Poder cerebral coletivo: Formigas usam sua sociedade para superar obstáculos" width="617" height="725" class="size-full col100 wp-image-5053" /><figcaption id="caption-attachment-5053" class="wp-caption-text">Poder cerebral coletivo: Formigas usam sua sociedade para superar obstáculos</figcaption></figure><br />
&nbsp;</p>
<p>Análises detalhadas dos movimentos das formigas através do labirinto mostraram que formigas carregando cargas de comida estavam vagamente cercadas por formigas sem comida em sua jornada para casa. As formigas sem comida ajudam aqueles sobrecarregados por grandes cargas a evitar obstáculos.</p>
<p>Quando formigas que transportam comida ficaram presas, as formigas sem comida revelaram possíveis rotas de travessia, ajudando o desfile de formigas que transportam comida a encontrar um caminho alternativo. As formigas sem comida efetivamente expandem as habilidades de &#8220;sensoriamento&#8221; das formigas carregando cargas.</p>
<div style="width: 1280px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-5039-1" width="1280" height="720" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="//sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/04/606a66afe755c.mp4?_=1" /><a href="//sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/04/606a66afe755c.mp4">//sciencetechnews.com.br/wp-content/uploads/2021/04/606a66afe755c.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Mostramos que, neste ambiente, as formigas usam seus números para estender coletivamente o quão longe elas podem ir&#8221;, disse o autor sênior do estudo, Ofer Feinerman, professor de física do Instituto Weizmann de Ciências. &#8220;Embora essa extensão seja modesta, permite tempos de travessia extremamente rápidos que são melhores do que os modelos de movimento físico conhecidos para navegar em ambientes desordenados.&#8221;</p>
<p>Fonte : <a href="https://phys.org/pdf508516369.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">phys.org</a><br />
<strong>Mais informações:</strong> <a href="https://dx.doi.org/10.7554/eLife.55195" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DOI: 10.7554/eLife.55195</a></p>
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		<item>
		<title>Como os insetos que mudam a vida estão remodelando a pesquisa de envelhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Bed]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Apr 2021 18:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Insetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Abelhas, cupins e formigas podem nos ensinar muito sobre cooperação, comunicação e habilidades que mantêm as sociedades unidas. Mas esses chamados insetos sociais também podem guardar segredos que poderiam remodelar nossa compreensão do envelhecimento humano. Muitos insetos sociais apresentam características surpreendentes de envelhecimento que fazem com que suas expectativas de vida mudem dependendo de seus ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Abelhas, cupins e formigas podem nos ensinar muito sobre cooperação, comunicação e habilidades que mantêm as sociedades unidas.</p>
<p>Mas esses chamados insetos sociais também podem guardar segredos que poderiam remodelar nossa compreensão do envelhecimento humano. Muitos insetos sociais apresentam características surpreendentes de envelhecimento que fazem com que suas expectativas de vida mudem dependendo de seus papéis.</p>
<p>Após a morte de uma formiga de salto indiana rainha, por exemplo, os trabalhadores lutam pelo direito de se transformar em uma formiga que põem ovos.</p>
<p>Muito está em jogo: a expectativa de vida de uma camada de ovo é cinco vezes maior do que a de um trabalhador. Embora moscas frutíferas, camundongos e nematoides agora dominem a pesquisa de envelhecimento, alguns cientistas dizem que os comportamentos de envelhecimento dos insetos sociais podem ajudar a dissecar mecanismos de envelhecimento em humanos.</p>
<p>Este vídeo mostra a complexidade social destes seres e o intigante envelhecimento de insetos.</p>
<p><div class="video-container"><iframe loading="lazy" id="existing-iframe" width="560" height="315" src="//www.youtube.com/embed/yvIHu_rREcI??enablejsapi=1&#038;hl=pt&#038;cc_lang_pref=pt&#038;cc_load_policy=1" title="O envelhecimento dos insetos" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div></p>
<p>Fonte: <a href="www.sciencemag.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Science</a></p>
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